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Destaques

Projeto Iniciação # 192

Maitreya



Video Original Programa Vida Inteligente

Entrevista realizada em Florianópolis

Assista aqui 👇

Transcrição Completa do Video

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Transcrição: Programa Vida Inteligente - Maitreya

Neste artigo, trazemos a você a transcrição completa de uma entrevista fascinante realizada pelo programa "Vida Inteligente", apresentado por Grego, com o ilustre convidado Jorge Antônio Oro.
O tema central da entrevista é "Maitreya", uma figura de grande importância espiritual, e a conversa abrange diversos tópicos profundos e enriquecedores.

Introdução e Contexto

Ao longo da entrevista, Jorge Antônio Oro explora o conceito de Avatara, esclarecendo que não se trata de um evento único, mas de diferentes manifestações divinas ao longo da história. Ele menciona figuras históricas e religiosas, como:
Quetzacoatl
Manco Capac
Kunatom
Amenophis IV
Rama
Orfeu
Moisés
Odin
Todas estas figuras são categorizadas como Avataras. Jorge explica que há diferentes tipos de Avataras, incluindo o Avatara integral, o Avatara parcial e o Avatara momentâneo, cada um com distintos níveis de consciência e propósitos específicos.
A entrevista também aborda a antropomorfização da consciência divina, como ela se manifesta e age em determinados momentos e locais. Jorge ressalta a importância de analisar o nível de consciência de cada Avatara para compreender a extensão do seu trabalho e impacto na humanidade.
Além disso, Jorge enfatiza a relevância dos ensinamentos do Professor Henrique José de Souza, fundador da Sociedade Brasileira de Eubiose, e como esses ensinamentos contribuem para a compreensão dos temas discutidos na entrevista.

Convite à Exploração

Convidamos você a mergulhar nesta intrigante conversa e a explorar as profundezas do conhecimento espiritual e histórico compartilhado por Jorge Antônio Oro.
Para uma experiência ainda mais rica, visite o canal "Vida Inteligente" no YouTube e assista ao vídeo original desta entrevista, além de conferir outros conteúdos inspiradores e educativos.
Vídeo Original Programa Vida Inteligente
Entrevista realizada em Florianópolis
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Transcrição Completa do Vídeo
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Para aqueles que preferem a leitura ao invés de assistir a vídeos, decidimos transcrever a entrevista completa entre Grego, apresentador do programa "Vida Inteligente", e Jorge Antônio Oro, sobre Maitreya.
A transcrição é uma excelente opção para quem deseja explorar os ensinamentos do Professor Henrique José de Souza, fundador da Sociedade Brasileira de Eubiose, e compreender melhor os conceitos abordados na entrevista, de maneira conveniente e acessível.
Convidamos você a continuar a leitura e mergulhar nesta fascinante discussão. Boa leitura!

Início da Entrevista

GREGO: Boa noite, Floripa! Boa noite, Brasil! Boa noite, mundo! Eu estou Eustáquio Patunas e esse é o programa “Vida Inteligente”.
Bem, o tema que se apresentou pra essa semana é um assunto que muita gente fala, eu tenho ouvido desde que eu entrei pro espiritualismo ou desde que me conheço como gente. O assunto é “MAYTREIA”. Todo mundo fala “MAYTREIA”. O quê que é MAYTREIA? O que significa MAYTREIA?
A maioria conhece, eu sempre vi e conhecia o nome, vamos dizer, quando eu via pelos livros da “Ponte pra Liberdade”, se falava em mestres ascencionados, e MAYTREIA, e nunca me chamou a atenção, digamos assim, porque era o AVATARA da nova era, diziam que era isso e aquilo, e antes de mais nada, eu vou te dar boa noite, né, pra não entrar... E dez anos atrás, quase, quando você veio a este programa...
JORGE: Vinte e oito de setembro de dois mil e cinco.
GREGO: ...vinte e oito de setembro de dois mil e cinco, foi uma data significativa, né?
JORGE: Sim!
GREGO: Tá aí, até hoje, tá aí, é um dos vídeos mais acessados do “Vida Inteligente”, “Revelações sobre o passado e o futuro da humanidade”, e você veio aqui e coincidentemente, entre aspas, né?
JORGE: Causalidade!
GREGO: Causalidade, pra falar sobre o advento que naquela data tinha se dito, ou tinha se entendido, já falamos isso, mas dez anos depois nós vamos falar de novo. As pessoas, muitas pessoas esperavam pra aquela data a manifestação física deste ser, chamado, cujo nome deram de MAYTRÉIA. Já, já, vamos dar continuidade. Boa noite, JORGE! Você tá bom, tá?
JORGE: Cem por cento!
GREGO: (risos) É mesmo?
JORGE: (risos) tô sempre bem!
GREGO: Gostou do assunto hoje, ou não?
JORGE: Sensacional! Antes de vir pra cá, eu geralmente tomo um banho, né? Mas daí, antes de vir pra cá, fora os banhos do dia, então, de manhã, de tarde, né? Aí, banho, perfume, roupa branca, vim paramentado pra falar porque é um assunto, assim...
GREGO: É mesmo?
JORGE: Sim! E o engraçado é que às vezes você não me fala o assunto, né? Eu venho aqui e você, na hora, você...
GREGO: É, tem que ser assim! Sempre foi espontâneo a coisa, aqui.
JORGE: Me empurra o assunto no olho e a gente vem, e fala, assim, mas daí, você falou, você mandou o Email e falou que íamos falar de MAYTREIA e eu estava ansioso, assim, primeira vez nesses dez anos. Nesses dez, nesses “trocentos anos” que eu converso com as pessoas, que eu estava ansioso pra falar e, aí, surgiu uma coisa também, que foi novidade, que é uma preocupação, assim, até onde falar. Essa é que é a questão. Não é o vir falar, é até onde falar.
E por isso que eu falei agora pra você de início, assim, que, se chegar num ponto em que você faça uma pergunta que, daí, ela não puder ser respondida, daí, eu falo pra você...
GREGO: Claro! Como sempre!
JORGE: ...que isso, eu não vou comentar, assim...
GREGO: Transparência total!
JORGE: Eu tô comentando antes pra que não pareça deselegância, mas é que...
GREGO: Não!
JORGE: ...há várias camadas de conhecimento sobre esse assunto e que, daí, cada um no seu devido tempo, no seu devido lugar, sabe? Mas o assunto em si, a gente até estava conversando aqui, porque antes, era um assunto, assim, restrito aos ambientes mais secretos e com informação desencontrada intencionalmente pra manter esse assunto de posse daqueles do entorno do evento.
E agora, dentro disso que eu tô falando, de alguns limites, a gente conversa isso na TV aberta, né? Então, isso, do ponto de vista de momento evolucional, é um evento, né? Lógico, ressalvada as limitações que eu tenho, que você tem, que nós somos discípulos, a gente fala aquilo que a gente acha que é, aquilo que a gente acha que entende, mas só o fato de vir conversar sobre esse assunto, então aí, eu agradeço a você por ter pensado nesse assunto porque é super...
GREGO: Bom, se ele se apresentou é porque ele queria ser falado, né?
JORGE: Sim! Sim! Aquilo que a gente já conversou outras vezes. Pra que você consiga visualizar, tem o espectro, que é o ver, a coisa tem que estar suficientemente densa no abstrato, pra poder ser humanamente “inteligida” e traduzida, senão ela ainda continua como um mistério.
GREGO: Então, vamos começar quente, aqui, ou não?
JORGE: Sim! (risos)
GREGO: (risos)
JORGE: É assim, boa noite a todos. Espero que seja uma hora boa...
GREGO: Eu também acho.
JORGE: ...de vida, que vocês usem pra ver isso, agora ou depois, né? E que a conversa responda às suas perguntas. Mas o que eu espero, é que a gente consiga deixar mais dúvidas do que respostas, porque, daí, vocês indo atrás dessas dúvidas, a surpresa, eu garanto que ela é consideravelmente maior.
GREGO: Tá! Nós vamos ter oportunidade nessa uma hora, aqui, de tentar passar o que tiver que ser passado, né? Com as suas restrições ou não, eu já vou começar com o seguinte então...
JORGE: A chamada?
GREGO: Não! Não é a chamada. Essa não foi a chamada.
JORGE: Eu só vi aquela chamada. É que daí, ali na chamada, você fala em três ou quatro nomes...
GREGO: Perfeitamente.
JORGE: ... daí, aquilo era bom se tivesse, pra você dar uma lida pra gente explicar o que...
GREGO: Então, Fernando, por favor, imprima. Dá pra imprimir a chamada que eu fiz aí, da mala direta, enquanto eu “toco” aqui? Assim, é bom programa ao vivo por isso mesmo. A gente faz tudo. Então, olha só, hein?
“E MAYTREIA ainda não veio ao mundo dos homens porque os homens ainda não possuem olhos para vê-lo. Senão, já o teriam visto, de maneira que todos passam pela face da terra, porque há um mundo mais desprovido de recursos onde a evolução é mais recente ou mais nova. É a hierarquia menos experiente. Está em formação. Por isto que todos estes seres vêm à face da terra, justamente para isso. Vêm antes, maiavicamante ou encobertos, e depois vêm na realidade, de maneira que, quando a face da terra estiver limpa dos homens maus, então, virá MAYTREIA com a sua corte”.
Claro que esse texto aqui, ele tem muito mais... (risos) ...ele tem muito mais do que tá escrito aqui, né?
JORGE: Sim.
GREGO: Então...
JORGE: E qual é que é a autoria desses? Você tem aí?
GREGO: Olha, autoria, eu acho... eu acho não, tenho certeza absoluta, é Henrique José de Souza. Em cima do ensinamento dele...
JORGE: Ah! É em cima do...
GREGO: Em cima do ensinamento dele, porque...
JORGE: É porque a...
GREGO: Esse texto, essa parte aqui, tem mais, viu? Pode ficar tranquilo.
JORGE: Não, eu sei.
GREGO: Isso aí, foi dito, assim, na década, final da década de cinquenta, início da década de sessenta, isso aqui.
JORGE: Uhum!
GREGO: Então, são 50 anos já, né?
JORGE: É de discípulo porque a tônica da escrita não é de JHS.
GREGO: É claro! Mas é da forma como ele entendeu o recado pra poder transcrever...
JORGE: Quando a gente lê JHS, a própria pronúncia, ela sai de uma forma diferente, sabe?
GREGO: Então, alguém que transcreveu a fala dele, o ensinamento dele...
JORGE: Sim. Pode ser.
GREGO: Passou dentro do grau de entendimento...
JORGE: Sim, sim! Pode ser.
GREGO: Mas mostra aqui, é interessante. Então tá! Antes do JORGE dar sequência, obrigado Silvio.
JORGE: Depois disso, você lê, que eu não vou lembrar das duas coisas, tá?
GREGO: Então tá! A chamada que eu fiz na mala direta, o JORGE queria que lembrasse os nomes:
“No ciclo de Aquário que aos poucos desponta no horizonte do mundo, surge, como de outras vezes, o espírito da verdade, com a divina essência, portador de uma nova era para a humanidade. Seu nome, do qual se tem usado e abusado nos últimos tempos, obedece as tradições do oriente assim como obedece as do ocidente. O nome de MAYTREIA é, de todos, o mais conhecido, principalmente na Índia e em outros lugares da Ásia, e com efeito o Mitradeva das várias lendas Hindus, Akdorge das lendas Transmalaianas, e finalmente, o pouco conhecido de AKTALAYA. AKTALAYA quer dizer “O envolvido na alma do mundo”. Para definir o ciclo que se inicia, as tradições orientais lhe dão o nome de APAVANA DEVA, isto é, Avatara de Aquarius, Avatara aquático, por manifestar-se justamente no ciclo de Aquarius”.
Quer fazer algum comentário sobre essa mala direta? Esses nomes têm algum significado, alguma relevância?
JORGE: Ih! Tem tanta coisa que eu nem sei por onde começar!
GREGO: (risos) Então vamos lá! Joga pra cima e o assunto que cair...

Simbolismo e História

GREGO: É esse é o simbolismo da “coisa”?
JORGE: Sim, porque você tem três, e você tem quatro. Então, é o triângulo e o quaternário. Separou? Separou o humano do divino. É o que seria a “morte definitiva”, né? É a morte do YOCANAN. É por isso que tem muitas ordens que usam isso como um símbolo. Dizem, né?
GREGO: (risos)
JORGE: Vamos em frente. Então, ai, quando acontece isso com o João Batista, então, já começa a ficar complexo porque aquela tríade que deveria dar suporte a um evento já não tem mais três, tem dois, né? E a gente sabe dos três envolvidos. Só que cada um, referencial, obrigatoriamente ele tem colunas. Coluna “J” e “B”, então, coluna “sol”, coluna “lua”, obrigatoriamente. Então, sempre um ser, ele vai ter dois que vão dar suporte, um sol e um lua, e esses dois suportes, um sol e um lua, dependendo do trabalho, cada um deles também tem mais dois.
Então, você tem um que você conhece, vamos supor assim, o GREGO; vai fazer um trabalho. A tua encarnação anterior foi como o que mediu as pirâmides lá, como é que é? O Tales de Mileto, tá?
GREGO: Bom... (risos)
JORGE: Tá bom, né?
GREGO: Tá bom.
JORGE: Então, você é o Tales de Mileto. Então, você, historicamente a gente conhece só que o Tales tem dois discípulos que podem estar na história ou não, que são as colunas. Dependendo do trabalho que o Tales de Mileto tinha que fazer, e ele fez um grande trabalho de iniciar o que seria a filosofia, trazer o conhecimento do Egito pra Grécia, começar aquele movimento da “chuva de estrelas” pra, dai, possibilitar aquela massa crítica evolucional pra chegar em Roma e fazer a Sinarquia, mesmo as colunas de Tales de Mileto podiam ser, ao invés de um, dois.
Então, você, na verdade, às vezes, você tem uma pirâmide inteira de seres de alta estirpe trabalhando e só aparece um nome na história, e esse nome, então, pode ser o nome do AVATARA, entende? Bom, vamos em frente, não deu certo lá, não deu certo em Roma. Não deu certo em Roma. Poder temporal foi colocado de lado, o que deveria - o poder espiritual foi colocado de lado - o que deveria ser o poder espiritual se tornou uma religião, a religião virou estado, o estado virou religião, e Roma se perpetuou até hoje através de uma religião que a gente conhece, mas isso é problema de quem segue. E incorreu em - mas são coisas assim, que não interessa - ai, se recolhe essa tentativa e vão avaliar, o quê que vai ser feito.
Passa mais um período e é feito uma nova tentativa na mesma escala, de fazer, criar ambiência própria pra que o AVATARA se manifeste. Isso que tá dito ali, tá correto. Pra que o AVATARA se manifeste tem que haver a ambiência pra que, então, ele possa ser visto pela humanidade como um todo. Dai, o que acontece? É feito uma iniciativa no Tibet. E aí, veja quanto tempo passou. Isso foi no ano zero, ou menos sete, se quiserem, e ai, a outra tentativa foi em oitocentos e noventa e cinco e antes disso, tinha sido feito uma tentativa de criar uma ambiência, dai, já no Brasil, com a vinda de Badezir. Mas vamos deixar de lado, vamos vir mais um pouco pra frente na historia.
Dai, em oitocentos e noventa e cinco, no Tibet é tentado um - e isso do Tibet, eu vou falar brevemente porque é bom a gente não falar muito – então, é tentado a mesma coisa. Então, há um sistema lá, de iniciação, de sete mosteiros e tem um oitavo onde há a presença já do próprio Buda em potencial, do Buda Mercúrio, do próprio MAYTRÉIA, né? E ai, também acontece...
GREGO: Atualmente tão destruindo tudo pro lado de lá. Você tá sabendo, né?
JORGE: Óbvio que sim.
GREGO: Desaparecendo com qualquer resquício...
JORGE: E isso é uma coisa muito importante, que a gente entenda...
GREGO: Infelizmente!
JORGE: ...a gente tá em dois mil e...
GREGO: Dois mil e quinze.
JORGE: Estamos em dois mil e quinze. Então, é muito importante, quem for ver essa gravação um dia, mais tarde, que o que tem acontecido, em minha opinião, minha, JORGE Antonio Ôro, é que há um movimento sistemático pra se apagar registros históricos.
GREGO: Lamentavelmente!
JORGE: Sabe? Então, por trás do que a gente considera como guerra, então, você vai e acaba com a Babilônia, sabe? Você acaba com, onde o pessoal que veio pro brasil, os fenícios, com a Fenícia, sabe?
GREGO: A Pérsia, o Irã hoje...
JORGE: Não! E o Líbano, a Fenícia é o Líbano
GREGO: Exatamente! Síria, toda aquela região ali...
JORGE: Síria! Aquela região de Ballbek, Afeganistão. O Afeganistão é onde floresceu, assim, foi a própria raiz do esquema sinárquico. Paquistão, essa... assim, que o pessoal pensa que hoje, lá não tem nada, só tem... isso ai foi uma das épocas mais áureas da humanidade, quando a Babilônia, Egito, veja o Egito, o que acontece!
GREGO: Dizem, né, que ele teria saído pelo deserto da Líbia, né? (risos)... então...
JORGE: Ah! Deserto da Líbia... não, tem vários locais no mundo que é um entra e sai, tem que distribuir senha porque é complexo, e é gente que vem pra trabalhar e volta e... mas o mundo inteiro é assim. O mundo é um queijo suíço, né? A terra. Mas tudo bem.
Então, em minha opinião, o que tem acontecido é, sistematicamente se destruir a história pra referendar aquela crença que a religião, o mundo começou quando Deus criou, a dois mil anos atrás, a cinco mil anos atrás, essas coisas assim. Só que é o seguinte, essas pessoas que fazem isso hoje, que em minha opinião é o que a gente pode chamar de AMANASAS, que é os “sem mente”, chegaram atrasados. Chegaram atrasados porque, assim, a coisa em si, do ponto de vista de bem, bom e belo, ela já é irreversível. O AVATARA já tá nascido. O que poderia ter sido feito pra prejudicar era antes dos eventos que aconteceram de mil e oitocentos pra cá. De lá pra frente, já estão correndo atrás do prejuízo e já não tem mais como recuperar o prejuízo deles. Mas eles mesmos vão descobrir isso, logo. E essa é que é a coisa boa, é logo, entende? Logo, o pessoal vai...
Bom, então ai, chegando no Tibet, e há então o sistema de Buda presente e sete sistemas de mosteiro, e tal, dai, o negócio dá errado, dá uma debandada generalizada e, aí, também, se dá um tempo, e o “dá um tempo” é assim, eventos pontuais, porque os AVATARAS, ao longo desse um milhão de anos, se contam às centenas, sabe? Não é um. Se contam às centenas. Dai, essa questão do integral, parcial ou momentâneo, e os adeptos, e os BODISATVAS, e os BUDAS, então, são vários pra tentar colocar a humanidade de volta nos eixos, que é fazer humanidade e divindade viverem em Sinarquia, em equilibro, em paz, né?
Ai então, com o passar desses anos todos, e sempre houve aquela, as lendas, dai, volta à chamada que você fez, assim, da vinda daquele que representaria, assim, sabe? A “fina flor”, chamado de BUDA Síntese, ou o AVATARA sínteses, que é o KALKI AVATARA, que é o MAYTRÉIA, e ele só se manifestaria no final do ciclo e todas as tradições, todas as teogonias, todas as religiões, assim, você pega até mil novecentos e vinte e um, então, você tinha, na Mongólia, você tinha o trigésimo primeiro buda vivo da Mongólia, ????????????????? que dai, tinha duas colunas, o Dalai e o Trachi-Lama e ai, havia a lenda do trigésimo segundo BUDA que seria o BUDA humano, seria ocidental.
E veja que coisa interessante, chega um ponto que dai, o BUDA humano - e não é MAYTRÉIA! E não é dos dois! Esse é o terceiro, aquele que seria o terceiro desconhecido - ele nasce, e ai, ele se desloca pra essa região na índia, e ai, o molde da face do trigésimo segundo BUDA que tá naquela galeria dos trinta e dois BUDAS do ciclo, o molde da face do trinta e dois foi tirado do próprio rosto, do próprio...
GREGO: Sim.
JORGE: ...né? Então, ele vai, e é feito o molde, e ai, o molde dele é que compõe a trigésima segunda estátua. Então, são os trinta e dois BUDAS que encerram o ciclo, né? E ai, vem a tradição do Tibet, Mongólia, no oriente inteiro, que faz parte do dia a dia, e que lá pra eles a compreensão dos mundos internos, AGARTHA, SHAMBALAH, essas coisas assim, é corriqueiro como pra nós é o ver novela, pra quem vé, né? Então, ainda havia a questão de MAYTRÉIA.
Com o nascimento do BUDA humano em mil, oitocentos e oitenta e três, né, ai então, se dispara um processo pra permitir a vinda do que seria o MAYTRÉIA BUDA, como encerrador, assim, você colocar em ordem que, ele não é só mais um AVATARA, isso que é muito importante, a gente já vai falar em detalhes, ele não é só... e hoje a gente vai falar, “hoje”, depois a gente não vai mais abordar. Mas dá tempo, quinze minutos; então, assim, ele não é mais um AVATARA, ele não é mais um BUDA. Não! É aquele que vem pegar o resultado do fim do ciclo e estabelecer a PAX PERENE, dali pra frente. Então, o que acontece...

A Natureza de Maitreya

GREGO: Acho que cabe aqui, pra concluir esse trechinho que eu tirei aqui, cabe exatamente nessa preparação do que seria MAYTRÉIA. Olha...
JORGE: Daqui a pouquinho eu queria mostrar uma imagem.
GREGO: É, você vai... nós vamos mostrar, tá! “A veste física emocional, é burilada na face da terra”. A veste física, o emocional, burilado na face da terra. “A veste mental inteligente é burilada no mundo de DUAT, e a veste espiritual...” (risos)
JORGE: É, porque são três BUDAS.
GREGO: “...é burilada na Agartha”
JORGE: São três. MAYTRÉIA, são três.
GREGO: Exato! “Por isso que os orientais dizem que o Cristo e BUDA possuíam três vestes...”.
JORGE: Na verdade, veja como é que é, isso chama MAYA. Não é que ele possuía três vestes. É que eram três pessoas...
GREGO: Sim! “Estas três vestes vão funcionar num conjunto...”. Olha que interessante, “...e esse conjunto é o que se dá o nome de MAYTRÉIA”.
JORGE: Ah! Tá bem dito!
GREGO: “MAYTRÉIA é a expressão ou a função das três energias num único corpo, num composto, isto é, que forma MAYTRÉIA”.
JORGE: Mas dai, não é num único corpo. É que é o seguinte, sabe assim? Ó, GREGO, é você, outro dia a gente falou assim, você sabe que atrás do sol que a gente tem, tem um outro sol, e esse que a gente vê é um reflexo, assim como atrás da lua que a gente vê tem um sol negro que é um reflexo, né? E se não tivesse o sol que a gente vê no céu, que é esse buraco eletromagnético, a luz que por ali entra ela incineraria todo o sistema, constelações. Ia tudo pro pau!
GREGO: Você disse isso, certa ocasião.
JORGE: É, ahãn! “Tudo pro pau” é feio falar, né? Mas assim, ia ser tudo destruído, né? E assim, quando você olha pra uma luz qualquer, ai, a tua retina contrai pra só entrar a luz que você consiga ver sem que te queime o olho. A existência de três camadas de seres, pra no caso de MAYTRÉIA, é exatamente isso! É que um só não suportaria a consciência, nenhum corpo físico suportaria porque você tem, assim, você tem SATWA, RAJAS e TAMAS, que é o amarelo, azul e o vermelho, e tem os AVATARAS de VISHNU, né? BRAHMA, VISHNU e SHIVA. BRAHMA, SHIVA e VISHNU.
Então, o que acontece, é assim, é que essa potência, esse evento, ele se divide em três seres, mas cada um ser existe fisicamente em separado. Então, assim, especificamente com relação a MAYTRÉIA né, já volto na questão do nascimento do BUDA humano, especificamente com relação a MAYTRÉIA, são dois seres...
GREGO: Por que não três?
JORGE: Não, o terceiro é o BUDA humano, donde se deriva, né?
GREGO: Ok! Ok!
JORGE: Sempre é uma parelha, né?
GREGO: Mesmo ele não estando aqui?
JORGE: Ele está! Aí é que tá! Porque depois, quando ele cumpre a função, ele e a parte dele que também é feminina, assim como tinha BUDA, BUDA-BUDAI, AKBEL e ALAMIRAH, essas coisas assim, então, ele vai e se funde no próprio MAYTRÉIA. Ai é que tá...
GREGO: Entendi. Tá ok! Um único corpo no composto, como tá dizendo aqui.
JORGE: Sim, sim, perfeitamente! Então, hoje, fisicamente, aí vem a pergunta: “Tá! Mas tá falando que MAYTRÉIA então, nasceu, né?”. Nasceu. “Em que data que nasceu MAYTRÉIA?”. Aí, você sabe.
GREGO: Vinte e quatro de fevereiro de quarenta e nove, que vocês acabaram de... fazer...
JORGE: Perfeitamente! Vinte e quatro de fevereiro de mil, novecentos e quarenta e nove, exatamente, é a data do nascimento...
GREGO: Ai, todo mundo vai perguntar: “E aí? Já se passaram sessenta e cinco anos!”.
JORGE: Eu vou falar até onde for possível. Então, nasceu em vinte e quatro de fevereiro de mil, novecentos e quarenta e nove, só que pra que chegasse, dai, o nascimento dele e dos gêmeos, e ai, nasceram dois porque o BUDA humano nasceu antes, então, aí vem a questão do APAVANADEVA. Então, APAVANADEVA é MAYTRÉIA e o irmão dele é MITRADEVA. Então, quando se fala assim, “Ah! MAYTRÉIA” ou APAVANADEVA, ou MITRADEVA, ou AKDORGE, ou AKGORGE, ou... não! Você está falando de pessoas fisicamente diferentes, com uma única função, com uma única consciência.
GREGO: Então, é só MAYTRÉIA e MITRADEVA?
JORGE: E o BUDA humano. Os três.
GREGO: Tá!
JORGE: Só que é o seguinte, cada um deles tem colunas, obrigatoriamente, né? Cada um deles tem uma coluna que vai...
GREGO: Tá! Se eu morro, se eu sou um BUDA, morri, as minhas colunas continuam?
JORGE: Perfeitamente!
GREGO: Ok!
JORGE: Perfeitamente! E quando você é um BUDA, e você, daí, deixa a face da terra, BUDA não morre, né? Esse pessoal, assim...
GREGO: Sim!

Presença no Brasil e o Salto da Humanidade

GREGO: Ai, eu tenho que te perguntar. MITRADEVA também está no Brasil?
JORGE: Os dois nasceram na mesma época, e o que eu posso dizer é assim, eles nasceram em mil novecentos e quarenta e nove, eles permaneceram por sete anos aqui e ai, depois de sete anos, eles foram retirados e preservados durante determinado tempo pra voltar, e isso também é licito falar, pra voltar com aquilo que se fala de “com aparência de KUMARA”, uma aparência, assim, de um adolescente de dezesseis primaveras em determinada época. Por isso que fala novecentos e dezesseis primaveras, é porque o que se atribui de idade a um KUMARA, mesmo o KUMARA tendo mais de alguns milhões de anos. Quando o negócio for... eu vou diminuindo a voz, e mudei de assunto.
GREGO: Diminui. Isso ai!
JORGE: Tá! Dai então, eles dois nasceram em vinte e quatro de fevereiro de quarenta e nove, ficaram sete anos em reserva e nesse processo todo, e antes deles, dai já, assim, em mil e nove... por exemplo, assim, é que as pessoas não se dão conta. É que a humanidade, ela vinha num passo assim, ó! Quando chega de mil, oitocentos e oitenta e três pra frente, na verdade de mil, oitocentos e noventa e nove, dá pra se dizer, ai, quando começam os acontecimentos que mudam a história do próprio universo como um todo, ai então, a humanidade, ela começa a fazer assim, ó! Em todas as áreas, sabe? Tecnologia, comportamento, abertura, assim, a gente vive outra humanidade.
Só que os “arautos do caos” né, por exemplo assim, quem é bom, fica quieto, quem é mal grita, e ai então, lógico que a pequena parcela que é do mal, do mal com “U”, mal com “L”, do feio, pessoal do resto do ciclo que já terminou, como eles detêm os controles e eles gritam, então, faz parecer que a gente tá vivendo ainda uma tempestade mas não estamos. Então, mas o que acontece é que de mil e novecentos pra frente, então, a humanidade, ela iniciou um salto e iniciaram uma série de acontecimentos que propiciaram que em mil, novecentos e quarenta e nove, os BUDAS, o MAYTRÉIA BUDA, ele fosse gerado e viesse pra face da terra pra fazer o que tem que fazer, e junto com isso, pra que isso acontecesse né, então, quando você fala assim, e tem algumas tradições que esperam AKDORGE, né?
AKDORGE, é que é... sim! Akdorge, que é a face guerreira, ele vem junto com o irmão gêmeo também que chama AKGORGE, que é a face sacerdotal e os dois funcionam como coluna em um processo que vai acontecer em seguida, que é uma questão de resgate de ciclo, que dai, isso dá um suporte ao evento que, dai então, o BUDA se manifeste. Só que é uma coisa assim...
GREGO: Dai que vem aquela profecia do Rei do Mundo, fala dele, né?
JORGE: Não, mas caso não tivesse sido feito, o que foi feito. Assim, até...
GREGO: Sim, mas cita, já cita ele desde aquele tempo!
JORGE: Não! Ih! A tradição do KALKI AVATARA, do MAYTRÉIA BUDA ou dos AVATARAS, colocando o KALKI como último, é do império de RAM. Então, quando que se começou a falar sobre MAYTRÉIA a primeira vez? Não foi quando escreveram os “PURANAS”. Isso é uma tradição que remonta um milhão de anos, no império de RAM, entende? E a gente tá, e por isso que falam assim, que a gente vive uma pessoa privilegiada hoje, por viver e por chegar aqui em público e compartilhar o que é possível compartilhar, porque é um evento previsto a um milhão de anos, entende?
E ai, perguntam assim: “Tá! Mas e a humanidade teve sucesso?”. Teve! Porque apesar das quedas e dos levantares, e cai, e levanta, cai e levanta, de todas as raças, de todos os AVATARAS, de todos os BUDAS, BODISATVAS, Adeptos, Iniciados, ainda assim, a humanidade conseguiu criar uma série de eventos que permitiu que o BUDA, o AVATARA ele viesse a existir em corpo físico, e está existindo em corpo físico, e o processo que se encaminha pra chegar na ambiência pra manifestação visível dele em dois mil e cinco, então, quando fala assim, em dois mil e cinco Ele vai se manifestar, em dois mil e cinco ele sai de onde estava e vem pra superfície, entende? E ai, então, agora, o BUDA, MAYTRÉIA BUDA, ele faz parte, ele convive com a hierarquia JIVA, sabe? Ai, o que acontece? Dois mil e cinco pra cá, nós estamos…
GREGO: Ele e o irmão gêmeo?
JORGE: Não! Quando fala “Ele”, são os dois.
GREGO: São os dois. Tá!
JORGE: Só que é assim, um é o AVATARA celeste...
GREGO: Mas os homens podem vê-lo hoje, ao contrário dessa informação de sessenta anos atrás?
JORGE: Olha! È assim, ó! Sim, porque se sabe a aparência física, como é que é, tudo, sabe? Cor de cabelo, olho, cor de pele, como é que é...
GREGO: Jovem! Adolescente! Dois mil e cinco...
JORGE: Sim, é...
GREGO: Ok!
JORGE: Essas coisas assim. Mas existe fisicamente, né? Então, a gente vive em um momento em que dai, e isso que é importante, MAYTRÉIA é uma realidade. Então, os tempos esperados chegaram e alguém vai vir e falar assim: “Puxa! Esse JORGE, ele é louco pra caramba!”. Eu digo: “Muito obrigado”. Isso, eu considero um elogio. É que é assim, é que o conjunto de informações que a gente tem, o conjunto de conhecimento, o conjunto de elementos reais que se tem hoje, então, permite ou possibilita que, dai, eu venha aqui e fale pra você: “Existe! É real! Tá nascido! Tá agindo!”, né?
E a Ordem que dava suporte e que deu suporte a todos os AVATARAS, a todos aqueles que, dai, venham ser...
GREGO: Boa!
JORGE: ...ela existe fisicamente, e ai, ela foi criada em vinte e oito, do doze, de mil, novecentos e cinquenta e um. Ela adquire uma identidade civil nessa época, e veja que então, você passa assim, teve um primeiro momento, foi em vinte e quatro de junho, de mil, oitocentos e noventa e uma, você faz a fundação cíclica desse processo. Então, se inicia a transição do oriente para o ocidente. Depois você tem um processo de fundação espiritual, desse momento, que depois vai desembocar na vinda de MAYTRÉIA, que é vinte e oito de setembro de mil, novecentos e vinte e um – vinte e oito de setembro foi o dia em que a gente começou a conversar; fundação cíclica desse movimento - ai depois, você tem a fundação material que é dez de agosto de mil novecentos e vinte e quatro, que é assim, quando que pela primeira vez, fisicamente, isso tem uma referência externa pra humanidade e ai, se inicia uma série de coisas, assim, e seres de todos os lugares pra cá pra aprender português, e vem, e tal, e vem pra cá, vai, e viaja, uma coisa assim, olha! Assim, ó! Não, é inacreditável, porque a gente sabe que é real, então, tem que acreditar porque a gente tem todos os registros. Mas é assim, é incrível! Mas incrível, não no sentido de não poder crer. Uma coisa assim, muito sensacional!
E ai, então, esse processo vem vindo e ai então, tem AKDORGE e AKGORGE fisicamente nascidos, entende? E aí, há um saque contra um futuro humano de seres que viriam daqui a mil anos, que são nascidos em mil e novecentos. Então, a partir disso, né, então começa a haver um saque contra o futuro em todas as áreas do conhecimento humano e a humanidade começa, assim, sabe, seres que deveriam nascer depois vem agora, e vai, e abre a caixa, Agartha sobe e desce, etc... uma coisa assim, sabe? Olha! Sensacional, GREGO! Sensacional!
E aí então, se cria, se revitaliza essa Ordem que tem o nome de Ordem do Santo Graal, especificamente pra dar suporte como foi feito em todas as outras vezes, com todos os outros AVATARAS, com todos os que, assim, o espírito da verdade, quando ele se antropomorfiza, vem uma ordem para dar suporte. Essa ordem está ativa novamente desde mil, novecentos e cinquenta, né? Vinte e oito de dezembro. Até eu queria pedir, quanto tempo...?

O Templo em São Lourenço

GREGO: Ah é! Tá! Tá no fim do programa e não vai passar nada!
JORGE: Fernando, faz favor. Então, foi construído um templo...
GREGO: Vamos lá!
JORGE: Em São Lourenço, em Minas Gerais, em homenagem, dedicado à MAYTRÉIA BUDA.
GREGO: Vai aparecer lá no monitor. É essa primeira que você quer ou não?
JORGE: Só dá uma pausa, um pouquinho, Fernando, faz favor. Ai tem um obelisco na frente desse, e esse templo foi construído, foi inaugurado pra vinte e quatro de fevereiro de quarenta e nove, que na época, na data do nascimento físico de MAYTRÉIA BUDA. E ai, então, há um obelisco na frente desse templo, e ai, eu trouxe duas fotos pra vocês verem. É uma coisa pública, não tô declinando nenhum segredo, o obelisco está lá pra quem quiser ver, mas ele fala da dedicação ao seres que tiveram o direito de vir ter a esse local. E a quem é dedicado a esse templo. Pode passar Fernando, faz favor!
GREGO: Não é isso ai, Fernando!
JORGE: Não! É sim! É sim.
GREGO: É, mas esse ai é o que tá no obelisco.
JORGE: É, primeiro o obelisco. É.
GREGO: Tá!
JORGE: Tá devagarzinho, depois dai, dá pra vocês lerem, e depois o Fernando tem as fotos, dai o GREGO pode colocar no “Vida Inteligente”, no grupo, né GREGO? No face...
GREGO: É, posso exportar, exatamente!
JORGE: Pra que a gente possa, pra quem queira...
GREGO: Lá nos arquivos. Nos arquivos.
JORGE: Sim, ou como foto postada ali, né?
GREGO: Mas é melhor nos arquivos, porque ai, não se perde.
JORGE: Então, ele faz uma referência aos que vieram ter a esse momento através do Itinerário de “YO”, que é esse que eu falei pra vocês, da vinda, né, pra chegar até aqui e também faz uma referência a quem é dedicado essa construção, que é uma construção em medidas canônicas, né?
GREGO: É, essa aí!
JORGE: Isso aqui é a porta...
GREGO: A porta, né? Ficou...
JORGE: E tem...
GREGO: Ficou muito grande, né? Não dá pra gente ver?
JORGE: Não, mas depois... agora em seguida, vem a imagem...
GREGO: Ah! Tá.
JORGE: Agora, aqui, é a outra face e que faz referência a MAYTRÉIA e depois, no final, tem uma imagem, e é assim, isso que eu tô conversando com vocês, a gente tá conversando sobre o que é realidade e o que se tem experienciado, GREGO, sabe? Assim, de mil novecentos e vinte e um pra cá. Então, o trigésimo primeiro BUDA vivo do oriente, da Mongólia, o ASSIVAGOSHA, então, ele sabia que estaria encerrado o ciclo do oriente, e em mil, novecentos e vinte e um, quando então, deixa de existir, esses valores passam pro ocidente e se inicia aqui o processo...
GREGO: Olha ai! Agora tá aparecendo o templo!
JORGE: É que um pouquinho mais na frente, assim, onde cada um está, é onde tem o obelisco, e essa construção, então, é dedicada a quem? Ao AVATARA MAYTRÉIA. E toda essa história que a gente tem ciência, ela gira em torno do que acontece, aqui, já a algumas décadas. E a quem pertence? Pertence á humanidade!
GREGO: Lugar muito aprazível, muito gostoso!
JORGE: Pertence a todos vocês, pertence a todos nós, é de quem quiser, é porta aberta, e o conhecimento que a gente conversa aqui um pouquinho, e às vezes não conversa mais, mas não é porque o conhecimento, assim, é impossível pra cada um! Quem tiver interesse, vai e o caminho tá aberto, aquela porta dourada que eu mostrei ali, ela tá aberta a qualquer pessoa.
GREGO: Sim, sim. Isso é verdade.
JORGE: E no final tá o conhecimento. Então, importante é isso, o AVATARA é real. Não é da forma como falam e a gente tem a grande felicidade de estar vivendo hoje, simultaneamente com as criaturas.

Encerramento

GREGO: Muito bem! Estamos em cima da hora ou não?
JORGE: Sim.
GREGO: Estamos, né?
JORGE: Mais quinze segundos.
GREGO: Então tá! Pode encerrar JORGE.
JORGE: Não, é porque eu gostaria, assim, conforme eu disse pra vocês de inicio que eu gostaria que vocês tivessem mais dúvidas do que respostas, porque são dúvidas que valem uma vida. Então, cada um ir atrás das suas próprias dúvidas e no final ter uma porta, assim, bem dourada, bem “jóia”, e que com certeza, ali dentro vai estar é você mesmo.
GREGO: E é inevitável que a gente volte a falar do assunto porque certamente, claro, todo mundo percebeu que faltam coisas ainda pra serem ditas, mas...
JORGE: É.
GREGO: Mas tudo no seu devido tempo, não é isso?
JORGE: Ao longo do tempo, na medida em que a gente tenha trabalho pra fazer, a gente ainda continua a conversar.
GREGO: Então, eu te agradeço mais uma vez JORGE...
JORGE: Eu que agradeço a você, GREGO!
GREGO: Pra todos os presentes, hoje nós quebramos o recorde aqui...
JORGE: Ah, sim! Duas, quatro, seis, dez...
GREGO: Nada combinado. Temos quatorze pessoas aqui dentro do estúdio, fora o JORGE e eu!
JORGE: É a gente estava tão angustiado pra começar a conversar que a gente nem citou o nome de todos.
GREGO: São todos bem vindos! Aqui a casa tá aberta sempre que possível, então eu deixo pra vocês...
JORGE: E assim, é só o “tchau”, eu queria dizer pra vocês, vocês não imaginam a época que vocês estão tendo o privilégio de viver hoje! E se vocês estão tendo o privilégio de viver isso, hoje, não é acaso, não é presente de ninguém. É mérito! Então, vocês merecem viver isso. O que não pode fazer, é desperdiçar esse momento, achando que the mundo está mau com “U”, mal com “L”, feio. O mundo está bem, bom e belo porque nós estamos vivendo junto, na mesma época que MAYTRÉIA.
GREGO: É isso aí! Tá bom! Então, deixo pra vocês um fraterno abraço e um feliz sempre.
JORGE: Fraterno abraço, fiquem em paz e vivam! Vocês vão gostar.

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